The Masked Robber at the Bus Stop

Sonhei que uma amiga minha, Hannya, tinha morrido. Fui ao velório e, quando estava voltando para casa, encontrei duas outras amigas minhas no ponto de ônibus: Duda e Sarah. Cumprimentei as duas, e percebi que o ponto estava muito cheio.

De repente, um ladrão mascarado e armado começou a assaltar as pessoas. Ele começou a contar quantas pessoas estavam ali e, depois, passou a pegar os celulares. A Duda tinha dois celulares e entregou os dois. Eu tinha apenas um e também entreguei. A Sarah, em determinado momento, simplesmente desapareceu do sonho, então fiquei bem próximo da Duda enquanto tudo aquilo acontecia.

Até que uma mulher que estava acompanhada de uma criança foi até o ladrão e disse:

“Eu sei que é você.”

O ladrão ficou muito nervoso e mandou que ela não falasse alto. Em seguida, apontou a arma para a cabeça da mulher. A criança começou a chorar e a situação ficou completamente caótica.

Depois de um tempo, ele foi mais para baixo do ponto para continuar pegando os celulares de outras pessoas. Nesse momento, eu dei sinal para um ônibus, mas ele não parou. O ladrão veio até mim e falou alguma coisa como:

“Rafael, não é para dar sinal.”

Na hora, fiquei completamente chocado. Pensei: “Como ele sabe o meu nome?”

E fiquei ainda mais assustado porque, naquele momento, ele já estava sem a máscara, como se aquela mulher tivesse conseguido desmascará-lo de alguma forma.

Depois disso, ele voltou novamente para mais longe. Parecia estar completamente transtornado, falando algumas coisas com muita raiva.

Foi então que a Celma, uma vizinha minha que, na vida real, vive bêbada, falou alguma coisa como:

“Já chega. Vou desarmar ele.”

Na hora, pensei que aquilo fosse dar muito errado e fiquei com medo de que a Celma acabasse se machucando.

Mesmo assim, ela foi até o ladrão e começou uma luta corporal com ele. Logo depois, várias pessoas da população se juntaram e começaram a enfrentar o ladrão.

Eu comecei a comemorar e pular de felicidade, mas não entrei na briga. Fiquei apenas observando e comemorando enquanto as outras pessoas enfrentavam ele.

Depois de um tempo, a confusão terminou.

Quando desci do ponto, vi algo muito perturbador: o corpo do ladrão estava completamente dilacerado e cheio de marcas de mordidas, como se fosse uma carne que normalmente comemos no jantar.

E, para deixar a cena ainda mais estranha, vi uma mulher fazendo uma espécie de decoração com folhas ao redor dos restos mortais dele, como se estivesse montando um prato de entrada ou um prato principal.

Tudo isso estava acontecendo na rua, na própria calçada.

Foi um sonho extremamente estranho, assustador e cheio de detalhes que me deixaram com a sensação de que havia algum significado por trás de tudo aquilo.

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